
Os benefícios alcançados pelo implante são maiores que os valores do tratamento. Atualmente o avanço nos conhecimentos em implantodontia e a facilidade de encontrar profissionais habilitados em realizar a cirurgia, deixaram os custos do tratamento mais acessíveis com diversas formas de pagamento. O custo depende da complexidade de cada caso, da quantidade de implantes instalados na cirurgia e na escolha dos materiais utilizados na confecção da prótese.

Sim. A falta de um ou mais dentes leva a todo um desequilíbrio da mordida e da musculatura das regiões vizinhas, causando uma perda estética, com aspecto de envelhecimento, e principalmente causam problemas de mastigação e dores na região da articulação dos maxilares.

Em qualquer situação que houve a perda de um, vários ou mesmo todos os dentes; em casos de insatisfação com a mastigação, próteses mal adaptadas, esteticamente desfavoráveis, e outras situações que podem ser discutidas com o seu dentista.

Sim! O implante oferece diversas vantagens em relação a qualquer outro tipo de tratamento para restabelecer o espaço do dente perdido, porém é importante que cada situação seja avaliada e discutida com um profissional porque a diversidade de casos impede uma regra geral.

Alguns casos em que há impossibilidade de realizar cirurgias orais por motivos de saúde do paciente, e deve-se evitar realizar na puberdade, enquanto há crescimento ósseo dos maxilares.

O cigarro prejudica a cicatrização e o processo de osseointegração do implante, sendo muitas vezes o motivo de falhas do tratamento, mas não é considerada uma contra indicação, sendo necessário uma conscientização do paciente para diminuir ou parar o hábito durante as fases do tratamento.

Basicamente são feitos exames radiográficos da região e uma avaliação da saúde geral do paciente, o dentista pode pedir exames de rotina e atualmente é comum realizar um exame de tomografia computadorizada para avaliar a quantidade óssea da área desdentada.

Toda cirurgia há riscos, porém são mínimos. Geralmente são procedimentos mais simples que situações comuns no consultório dentário, como extrações de terceiros molares ou cirurgias na gengiva.

Geralmente o pós operatório é muito bom, mas por se tratar de um procedimento cirúrgico, pode ocorrer um pouco de inchaço e desconforto, controlado por medicamentos. Os cuidados do paciente são fundamentais para evitar maiores problemas.

Não. Todo o processo é realizado sob anestesia local. Nos primeiros dias pode ocorrer um pequeno inchaço por se tratar de um procedimento cirúrgico, porém é uma condição controlada com medicamentos que o dentista irá prescrever conforme a necessidade. O desconforto varia de acordo com a extensão da cirurgia e do próprio organismo do paciente, mas não deve causar transtornos significativos.

Depende da região da arcada, mas geralmente deve-se esperar cerca de quatro meses para a completa cicatrização da área. Atualmente há algumas técnicas para a colocação imediata do implante na mesma sessão da extração do dente.

A instalação de um implante demora cerca de 30 minutos, porém pode variar de acordo com a complexidade do caso e a necessidade de procedimentos adicionais, como os enxertos.

Quando ocorre a perda de um dente, o osso que estava ao redor da raiz vai se perdendo gradativamente, em um processo chamado reabsorção óssea. Em casos que não há osso suficiente para fixação do implante, é necessário repor o osso perdido, através de cirurgias para a colocação do enxerto ósseo. Há diversas técnicas cirúrgicas e materiais utilizados no tratamento que vai depender da extensão e quantidade necessária. Os enxertos podem ser feitos previamente ou na mesma sessão da colocação do implante.

Há diversos fatores que influenciam o resultado final da cirurgia de implante, porém, quando feito em condições favoráveis, o sucesso no procedimento ocorre entre 95% e 98% dos casos.

Não! O implante dentário é feito com titânio, um material biocompatível, portanto não é rejeitado pelo organismo. O que pode acontecer em raros casos é o insucesso por falha na união do implante com o osso.

Sim, os riscos de uma falha são mínimos, mas em alguns casos ocorrem. Há necessidade de avaliar as causas do insucesso e realizar novamente a cirurgia de implante.

Depende. O uso após a cirurgia varia de acordo com o tipo de prótese e da indicação do dentista, mas geralmente somente os pacientes que usam dentadura ou próteses parciais removíveis devem ficar cerca de quatro dias sem utilizá-la para não traumatizar a região operada.

Depende de cada caso. Na maioria dos procedimentos com implantes convencionais deve-se esperar cerca de 4 a 6 meses para a união do implante com o osso, e assim realizar a confecção da prótese. Há situações específicas em que a prótese pode ser instalada em até 48 horas após a cirurgia, e outras, em que há necessidade de enxertos, tornando o tratamento mais longo.

Sim, em determinados casos. Trata-se do implante de carga imediata. Nestas situações as condições são favoráveis para a instalação da prótese, que é confeccionada no mesmo dia da cirurgia.

Não. Há situações que o dente é extraído e em seguida já é colocado o implante. Como em casos de fratura da raiz, em que o dente está comprometido. Além disso, o dentista pode também optar por extrair dentes que estão com mobilidade devido à doença periodontal, e em uma segunda etapa realizar o implante.

A gengivite e a periodontite são exemplos de doenças periodontais, causadas pelo acúmulo de placa bacteriana e cálculo dental (tártaro) em associação a outros fatores, que acabam comprometendo as estruturas que estão ao redor da raiz, como gengiva e osso. Com o avanço do problema começa a ocorrer uma mobilidade do dente que continua até levar a perda dental.

Com um planejamento adequado, boa saúde do paciente e condições ideais de higienização oral e manutenção, o implante é definitivo e não há necessidade de remoção ou troca.

Geralmente não há restrições, mas o paciente deve se conscientizar de que cuidados são necessário até mesmo com dentes naturais. De uma maneira geral, se a prótese sobre o implante quebrar, não há maiores dificuldades em substitui-lá.

Os cuidados são praticamente os mesmos que são realizados com os dentes naturais, através da escovação, fio dental e antissépticos bucais, conforme a orientação dos seu dentista. Para casos de prótese total, deve-se realizar uma higienização tanto da prótese como dos implantes. É importante a visita regular ao consultório odontológico para avaliações de rotina.
